Um homem foi baleado pelo filho, de 13 anos, no último sábado (19/3) em Patos, na Paraíba. O adolescente justificou o crime dizendo que vinha sendo pressionado para ter boas notas e estava sendo proibido de usar o celular para jogar e conversar com amigos. O tiro deixou o homem, que é policial militar reformado, paraplégico.

O quadro foi confirmado pelo cirurgião-geral Caio Guimarães. O adolescente, que também confessou ter matado a mãe e o irmão a tiros, está no Centro Especializado de Reabilitação de Sousa, na Paraíba.

De acordo com Guimarães, que é cirurgião do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde o pai do adolescente está internado, o homem está sem entubação, consciente e orientado. O caso segue em avaliação diária sobre possíveis novas medidas a serem tomadas.

Ao ter mais uma vez o celular apreendido, no sábado, ele considerou que isso era a “gota d’água”. 

Ainda de acordo com o depoimento, que foi prestado na presença de uma advogada e de uma parente, ele declarou que atirou na mãe enquanto ela estava deitada na cama do quarto. Quando o pai voltou da farmácia, ele atirou nele também. Por fim, quando o irmão abraçou o pai, assustado com os tiros, foi baleado pelas costas. Mãe e irmão morreram na hora.

Inicialmente, a Polícia Civil da Paraíba chegou a tratar o adolescente como vítima. Entretanto, com o desenrolar das investigações, os policiais perceberam que ele teria participação nas mortes. Depois de negar o ato em um primeiro momento, na delegacia ele admitiu a autoria dos crimes.

Informações do Pleno News / Via Roma News

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