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Orlando da Hora fica no Jacobina, cita problemas e dispara: "É preciso ser profissional"

[caption id="attachment_67789" align="alignleft" width="300"] Foto: Emerson Rocha / Bahia Acontece[/caption]

Após o treino realizado na noite desta quarta-feira (30) no Estádio José Rocha, o investidor e técnico do Jacobina Esporte Clube, Orlando da Hora, concedeu entrevista ao Bahia Acontece. Da Hora falou sobre o próximo compromisso do JEC, domingo (4/02), e também abordou vários pontos sobre a atual campanha do Jacobina no Baianão.


Sobre a partida contra o Bahia, Orlando foi bem direto: "Eu sou muito realista e verdadeiro desde que nasci, entendo que seria maravilhoso uma vitória, mas tenho que ser homem e assumir a responsabilidade. Se você não pode comprar uma Ferrari e compra uma bicicleta você tem que agradecer a Deus e andar de Bicicleta. Vamos entrar para vencer, este é o objetivo, mas sabemos de nossas limitações e vamos trabalhar com o que temos".


Sobre a atual campanha e a preparação Orlando citou que "abandonaram o time, foi o que houve com o Jacobina, abandonaram o Jacobina, por que futebol não se faz só na hora do jogo, tem que contratar, tem que preparar, alimentar, entrosar para então competir. O Baiano é um torneio importante e tivemos a infelicidade de todo mundo abandonar o clube e aí o time ficou a mercê, com problemas sérios até de alimentação. O único problema que não tivemos foi de pagamento de salários porque eu não tinha obrigação, mas eu providenciei, pois não aguento ver o ser humano com suas contas a vencer e não pagar.


Sobre contratações e o plantel, o professor disse que o time hoje é resumido e com poucas pecas de reposição. Já se pensou em contratar jogadores, que foram bem pesquisados por ele e Rafael, mas não se chegou ao acerto final por detalhes e obviamente também por questões financeiras. Orlando disse ainda que 14 jogadores que tinham se comprometido com a equipe não honraram a palavra e enganaram a diretoria, o que pegou todos de surpresa na hora das contratações, e obviamente prejudicou e muito na formação com plantel de jogadores.



Amadorismo


De forma bastante sincera, Da Hora também fez duras críticas ao amadorismo do clube. "É preciso ser profissional. Na viagem de domingo para Feira de Santana, por exemplo, não se providenciou nem água, nem o lanche dos jogadores. Aí, chega lá, eu tenho que ir pra supermercado fazer compra. Isso não existe! É preciso mudar essa mentalidade. Hoje o Jacobina é um time que o jogador não quer vir, muito por conta disso".



Fica mais um pouco


Sobre sua permanência no Jacobina, Orlando foi bem claro: "Em Feira de Santana eu pedi demissão antes mesmo do jogo começar, e já estava decidido a sair, mas tivemos uma reunião hoje e chegamos a um acerto em que resolvi ficar até os próximos dois jogos. Uma alma boa (que o professor não citou o nome) se comprometeu a nos dar um apoio e estaremos a frente da equipe até o intervalo do carnaval, quando voltaremos a nos reunir e faremos um novo balanço sobre a situação da equipe. Temos ainda a possibilidade de revertermos esta situação, não falo em finais, como chegamos a pensar, mas temos condições de quem sabe alcançar uma vaga na série D, que já é algo importante. Agora é todo mundo juntar forças e fazer o melhor pelo time" finalizou Orlando, aproveitando também para convocar a torcida a comparecer em massa domingo no José Rocha para apoiar o Jegue da Chapada contra o Bahia.


Fonte: Bahia Acontece

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