Brasil tem protestos em defesa da Lava Jato, Previdência e pacote anticrime


Cidades brasileiras tiveram neste domingo (30) protestos em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro e à reforma da Previdência, à operação Lava Jato e ao pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. 

Até por volta de 12h30, 21 cidades de sete estados e do Distrito Federal tinham registrado atos. Grupos de manifestantes saíram em passeatas. Eles usavam roupas com cores da bandeira do Brasil e levavam faixas com frases de apoio a pautas defendidas por Bolsonaro. No Rio, os manifestantes chegaram a ocupar quatro quarteirões da orla de Copacabana por volta de 12h.


Rio de Janeiro

No Rio, os manifestantes começaram a se reunir por volta das 10h na orla da praia de Copacabana, na altura do Posto 5, na Zona Sul da capital fluminense. A todo instante os grupos gritavam palavras de ordem em defesa de Moro, além de palavras de apoio à Operação Lava Jato e ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e à Reforma da Previdência. Eles chegaram a ocupar quatro quarteirões — cerca de 400 metros — da Avenida Atlântica.

Distrito Federal


Em Brasília, por voltas das 10h, manifestantes ergueram bonecos infláveis no gramado em frente ao Congresso Nacional. Um dos personagens, segundo os organizadores, representa o ministro Moro vestido com roupas do "super-homem". Também há representações do ex-presidente Lula e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

São Paulo

Em Campinas, no interior paulista, o ato começou às 10h na Avenida Norte-Sul, na região dos bairros Cambuí e Nova Campinas. Em Jundiaí, um grupo se reuniu na Praça 9 de Julho por volta das 10h com carro de som, cartazes, bandeiras e roupas nas cores verde e amarelo. Em Itapetininga, os manifestantes se concentraram no Largo dos Amores.

Em Jales, também no interior paulista, um grupo se reuniu na Praça do Jacaré. Em São José do Rio Preto, manifestantes ocuparam uma parte da Avenida Alberto Andaló, no Centro, com um carro de som para fazer discursos. Em Andradina, a manifestação se concentrou na Rua Santa Teresinha, na frente da Praça Antônio Joaquim de Moura Andrade, na região central da cidade.


Em Piracicaba, o ato começou com uma concentração às 9h30 na Praça José Bonifácio, no Centro, e por volta das 11h os manifestantes começaram a seguir em passeata pelas ruas do bairro. Em Ribeirão Preto, a concentração do ato começou às 10h na porta de um clube na Avenida Nove de Julho.

Em São Carlos, a concentração começou às 9h na Praça Itália, na Vila Lutfalla, onde os manifestantes vestidos de verde e amarelo distribuíram adesivos para os carros, fizeram cartazes e cantaram o Hino Nacional. Em Rio Claro, os manifestantes se reuniram às 10h na Praça do Jardim Central e disponibilizaram o microfone para os manifestantes que quisessem se pronunciar sobre o ato.

Em Mogi das Cruzes, os manifestantes se reuniram na Avenida Cívica.

Minas Gerais


Em Belo Horizonte, manifestantes se concentraram na Praça da Liberdade, na região da Savassi, e iniciaram o ato cantando o hino nacional. Por volta de 10h30, manifestantes também já se reuniam em cidades do Triângulo Mineiro. Em Uberaba, o ato se concentrou na Praça Manoel Terra, nas proximidades do Mercado Municipal. Em Uberlândia, a concentração foi na Praça Tubal Vilela.

Salvador


Em Salvador, os manifestantes se concentraram no Farol da Barra. Além de apoiar o governo de Jair Bolsonaro e os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, o grupo protestava contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Pará


Em Belém, manifestantes saíram em passeata por volta das 10h pelas avenidas Nazaré e Doca de Souza Franco, no bairro do Umarizal.

Maranhão


Em São Luís, manifestantes protestaram na Avenida Litorânea e saíram em carreata.

Tocantins


Moradores de Paraíso do Tocantins, na região central do estado, fizeram uma caminhada seguida de carreata, usando roupas com cores da bandeira do Brasil. A concentração do grupo começou às 9h na praça Cabo Luzimar, na avenida Bernardo Sayão.