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Desde o grave acidente sofrido enquanto esquiava, em dezembro de 2013, Michael Schumacher permanece fora da vida pública. Informações apontam que o heptacampeão mundial de Fórmula 1 vive recluso em sua residência em Mallorca, na Espanha, sob cuidados constantes, de forma discreta por parte da família.

No último domingo (25), o jornal inglês Daily Star publicou novas informações sobre a condição do ex-piloto alemão. De acordo com a reportagem, Schumacher não estaria acamado, mas depende de acompanhamento em tempo integral, já que não consegue andar. Ainda segundo a publicação, ele utiliza cadeira de rodas para se locomover, sempre com auxílio de enfermeiras, e acompanha corridas da Fórmula 1 pela televisão.

Há mais de uma década, a família optou por manter sigilo total sobre o estado de saúde do ex-atleta. Schumacher não é visto em público desde então, e amigos e parentes autorizados a visitá-lo seguem regras rígidas, que incluem a proibição de fotos, vídeos ou qualquer tipo de registro visual dentro da propriedade onde ele vive.

CASO SCHUMACHER

O acidente do ex-piloto alemão aconteceu no dia 29 de dezembro de 2013, na estação de esqui de Méribel, nos Alpes Franceses. Ao sair de uma pista demarcada, Schumacher caiu e bateu a cabeça em uma pedra, sofrendo um traumatismo craniano severo. Ele estava utilizando um capacete, que foi crucial para evitar consequências ainda mais graves, e precisou ser socorrido de helicóptero e submetido a duas cirurgias. À época, já aposentado das pistas aos 44 anos, permaneceu em coma induzido até junho de 2014.

Após deixar o hospital, Schumacher passou a viver sob cuidados médicos especializados, em regime domiciliar. Pessoas próximas à família afirmam que há uma orientação clara para que nenhuma informação sobre sua condição seja divulgada publicamente.

O Daily Star também afirma que o tratamento contínuo envolve médicos, cuidadores e terapeutas, o que teria levado a família a vender alguns bens ao longo dos anos, como uma casa de férias na Noruega, um jato particular e um chalé. Em 2024, estimativas publicadas na imprensa europeia indicavam que os custos anuais com o tratamento chegariam a cerca de R$ 38 milhões.

Um dos poucos a comentar publicamente sobre Schumacher foi Jean Todt, ex-chefe da Ferrari e amigo pessoal do alemão. Em entrevista concedida ao jornal britânico Express, há cerca de um ano, o dirigente afirmou que mantém visitas regulares ao ex-piloto, sem detalhar seu estado clínico.

"A família decidiu não responder à pergunta (sobre a saúde de Schumacher), uma escolha que respeito. Vejo-o regularmente e com carinho, ele e sua família. Nosso vínculo vai além do trabalho do passado. Faz parte da minha vida, que hoje está muito distante da Fórmula 1", declarou Todt.

Fonte: Bahia Notícias

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