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[dropcap]O[/dropcap] quarto bloco do debate na Band trouxe novamente candidatos perguntando para candidatos. Levy Fidélix abriu as questões perguntando a Aécio Neves o que ele, como presidente, faria quanto ao transporte público brasileiro.


Escândalos na Petrobras foi o centro do debate na Band


"Eu tenho uma enorme preocupação com a baixa qualidade da gestão das obras de mobilidade. Por mais de 10 anos, o governo demonizou as parcerias com o setor privado. Se curva agora a PPPs, mas se faz com um enorme atraso. Não há ativo mais valioso na política do que o tempo, pois ele não volta mais. E o Brasil, com o atraso de PT, pagou muito caro".


O tucano falou em resgatar as agências reguladoras, "sucateadas pelo nosso governo". "Os investimentos em mobilidade devem atender o conjunto dos estados brasileiros, não interesses específicos. O meu governo não haverá trem bala. Governar é estabelecer prioridades e eficiência com recursos públicos".


Na sequência, Aécio Neves escolheu perguntar para Dilma Rousseff e criticou a condução da Petrobras sob o governo do PT. "A nossa maior empresa perdeu metade do seu valor de mercado apenas nos últimos sete anos. Ocupa mais as páginas de escândalos dos jornais do que as páginas de economia. A senhora não quer aproveitar esse tempo para pedir desculpas ao povo brasileiro?", atacou Aécio.


Escândalos na Petrobras foi o centro do debate na Band


"Candidato, eu acho que o senhor desconhece a Petrobras. Hoje é a maior empresa da América Latina. Passou do seu governo de 15 bilhões para 110 bilhões. Descobrimos o pré-sal. Levamos 31 anos para produzir 500 mil barris dia. No nosso governo, em 3 anos nós tiramos 540 mil barris/dia. Nós temos reserva pra que a Petrobras se torne uma das maiores empresas do mundo (...) Não fomos nós que tentamos mudar o nome da Petrobras para Petrobrax e também não conseguimos afundar uma plataforma de 1,5 bilhão de dólares. Então, eu considero que é uma leviandade desse porte com essa importância, com essa leviandade", rebateu a presidente.


Aécio comentou em seguida destacando os escândalos que aparecem na estatal. "É realmente uma leviandade a forma que a Petrobras vem sendo administrada. E não é meu partido quem diz, é a Polícia Federal que diz. Um colega seu de diretoria está preso hoje. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode se esquivar de respondê-las", acusou. Dilma então aproveitou para destacar que no governo do PT há investigação, enquanto que antes existia um "engavetador geral da República". "Quem investiga é um órgão do governo que antes não tinha essa autoridade, a Polícia Federal, que investiga todos, doa a quem doer. Nós nunca escondemos debaixo do tapete os crimes de corrupção".


Fonte: Correio24h

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