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Impasse pode tirar Bahia, Palmeiras e Atlético-PR da TV no Brasileirão de 2019


O Campeonato Brasileiro de 2018 se aproxima do fim com um grande impasse sobre a transmissão de partidas na televisão para a edição do próximo ano. Como Atlético-PR, Bahia e Palmeiras ainda não fecharam contratos com a TV Globo para a exibição dos seus jogos de 2019, tanto os clubes quanto a própria emissora já admitem a possibilidade de a competição ser “desfalcada” e não ter todos as 380 partidas transmitidas.

O imbróglio envolve os contratos para exibição de jogos no período de 2019 a 2024 na TV aberta e nos canais pay-per-view (PPV), sistema em que o consumidor pode comprar uma partida avulsa ou o pacote completo do campeonato. No caso da negociação para a TV fechada, os clubes puderam assinar acordos separadamente com a própria Globo, para a exibição no SporTV ou com o Esporte Interativo, canal que anunciou o fim de suas operações no Brasil em agosto.


Como a Lei Pelé determina que os direitos de transmissão pertencem às duas equipes envolvidas em cada jogo, a situação atual é que 108 dos 380 jogos (28%) do Brasileirão de 2019 não poderão ser transmitidos nem pelo PPV nem pela TV aberta.

Atlético-PR, Bahia e Palmeiras estão entre os clubes que haviam assinado contrato para TV fechada com o Esporte Interativo. O trio não aceitou a proposta da Globo para as duas outras plataformas (TV aberta e PPV) por discordarem de uma redução de 5% a 20% no valor.

A emissora diminuiu a cota oferecida aos três times com base em um cálculo que indicou que, ao assinar com outra empresa de TV fechada, alguns jogos dessas equipes poderiam interferir na audiência da TV aberta e também na compra do PPV.

“É possível considerar o cenário no qual a gente transmita o campeonato parcialmente”, disse ao Estado o diretor de direitos esportivos da TV Globo, Fernando Manuel Pinto. Ele explicou que tenta fechar acordo com as equipes que restam. “Logicamente, só transmitiremos os jogos sobre os quais tenhamos os direitos, remunerando os clubes sob um acordo que esteja vigente.”

Fonte: Estadão Conteúdo

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